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DINVET reúne indústria, governo e especialistas em torno do futuro da Saúde Animal
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DINVET reúne indústria, governo e especialistas em torno do futuro da Saúde Animal
Primeiro Seminário de Desenvolvimento da Indústria Nacional Veterinária, promovido pela ALANAC em Brasília, marcou os 20 anos da área veterinária da entidade e colocou em debate regulação, competitividade, tributação e internacionalização.   O I Seminário de Desenvolvimento da Indústria Nacional Veterinária — DINVET reuniu, em 15 de setembro, em Brasília, representantes da indústria, autoridades públicas, especialistas e entidades parceiras para discutir os temas que devem orientar o futuro da Saúde Animal e da indústria nacional de produtos veterinários. Promovido pela Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (ALANAC), o encontro marcou os 20 anos de atuação da entidade na área veterinária. A iniciativa reuniu associados, empresários, representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), da ApexBrasil, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), da Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi), dirigentes de entidades representantes da industria de saúde animal e de empresas do setor. O DINVET foi concebido para fortalecer o diálogo entre a indústria e o poder público, promovendo discussões sobre os principais desafios e perspectivas do setor. A programação contemplou temas como regulação, Agenda Regulatória 2026 e 2027, tributação, competitividade, inovação, expansão de mercados e internacionalização, com foco no desenvolvimento da indústria nacional de produtos veterinários, no estímulo aos investimentos e na ampliação de sua presença no Brasil e no exterior. Abertura: o papel da indústria de Saúde Animal A abertura do I DINVET, dedicada ao papel da indústria de Saúde Animal no cenário global, contou com Fernando de Castro Marques, diretor-presidente da ALANAC, e Carlos Goulart, secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). “Este primeiro DINVET representa um marco para a ALANAC e para a indústria de Saúde Animal. O Brasil ocupa posição estratégica na produção de alimentos, e essa condição exige uma indústria veterinária nacional robusta, inovadora e preparada para responder às demandas sanitárias, produtivas e comerciais do país”, afirmou Fernando de Castro Marques. Carlos Goulart destacou a importância do seminário para o acompanhamento das transformações do setor e reafirmou o compromisso do MAPA com o aprimoramento regulatório. “Este seminário é importante para compreender como tem evoluído a Saúde Animal no Brasil, nos diferentes aspectos de uso, comercialização e desenvolvimento. Contem conosco, contem com o Ministério da Agricultura. Estamos totalmente dedicados a continuar evoluindo o nosso processo regulatório”, afirmou. Futuro e desafios da Saúde Animal A mesa-redonda “Futuro e Desafios” reuniu Valdir Carlos Avino, médico-veterinário, especialista em pesquisa e desenvolvimento e vice-presidente do Conselho Deliberativo da ALANAC, responsável pela moderação; Marcelo de Andrade Motta, do Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do MAPA (DSA/SDA/MAPA); Ricardo José Buosi, coordenador-geral da CGPE/DIPOA/MAPA; e Estanislau Steck, Superintendente da Superintendência Federal da Agricultura do MAPA no Estado São Paulo - SFA/MAPA. O debate concentrou-se nos desafios regulatórios e nas perspectivas de desenvolvimento da indústria veterinária nacional. Durante a mesa-redonda, Marcos Vinícius de Santana Leandro Júnior subiu ao palco e foi anunciado aos participantes como o novo diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA) do MAPA, cargo para o qual havia sido nomeado naquela mesma manhã. A apresentação do novo diretor aos representantes da indústria e às lideranças presentes reforçou a importância do seminário como espaço de diálogo e aproximação entre o setor produtivo e o poder público, especialmente em um momento de discussões sobre os rumos da regulação e do desenvolvimento da Saúde Animal no Brasil. “Quando falamos de regulação, falamos de proteção sanitária, qualidade, segurança e acesso. Para a indústria, é fundamental que os processos sejam tecnicamente rigorosos, mas também eficientes e previsíveis, para que a inovação consiga chegar ao mercado no tempo adequado”, afirmou Avino.   Painel: Agenda Regulatória 2026 e 2027 Em seguida, o painel sobre a Agenda Regulatória 2026 e 2027 para produtos veterinários contou com a participação de Leandro Barbieri, coordenador-geral da CGIPE/DSA/MAPA. Para Wanderson dos Reis, responsável pela agenda técnica, regulatória e de relações governamentais da área veterinária da ALANAC, o seminário reforçou a importância de aproximar as discussões regulatórias das necessidades concretas da indústria e da sociedade. “O DINVET foi pensado como um ambiente de trabalho. A presença simultânea de empresas, autoridades e especialistas permite qualificar o diálogo, alinhar expectativas e construir caminhos para uma regulação cada vez mais moderna, previsível e aderente à realidade da Saúde Animal”, destacou. A emissão de licenças por aprovação tácita para produtos veterinários farmacêuticos, medida iniciada pelo MAPA neste mês, foi um dos temas associados à agenda do seminário. Levantamento da ALANAC identificou 1.398 processos pendentes no órgão. Desse total, 372 são pedidos de registro inicial, vinculados a cerca de R$ 1 bilhão já investido pela indústria nacional em novos medicamentos, vacinas e antiparasitários. Quando também são considerados os pedidos de alteração de registro, o valor potencialmente abrangido chega a R$ 1,3 bilhão. A aprovação tácita não dispensa a análise técnica nem reduz o poder de fiscalização do MAPA. Os processos seguem sujeitos à avaliação do órgão, que pode confirmar, suspender ou cancelar a licença após sua análise. Para o setor, o novo fluxo representa uma alternativa para reduzir incertezas, dar maior segurança jurídica e evitar que investimentos já realizados permaneçam sem perspectiva de chegar ao mercado. Painel tributário: cenário, mercado e impactos Na sequência, o painel tributário “Cenário, Mercado e Impactos” contou com a participação de Carlos Fracolla, sócio-diretor da Fracolla Contabilidade e assessor de Assuntos Econômicos e Tributários da ALANAC. A apresentação abordou os efeitos da carga tributária sobre a indústria de Saúde Animal, especialmente seus reflexos na formação de preços, nas margens das empresas, na capacidade de investimento e na competitividade do setor. A discussão também colocou em perspectiva como as condições tributárias influenciam o planejamento das empresas e suas possibilidades de crescimento, reforçando a importância de um ambiente econômico que favoreça o desenvolvimento da indústria nacional de produtos veterinários. Mesa-redonda: Expansão e Exportação A mesa-redonda “Expansão e Exportação”, dedicada a mercado, cenário e internacionalização, reuniu Norberto Prestes, presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi); Clarissa Oliveira Franco, especialista em Negócios Internacionais da ApexBrasil; Sérgio Roberto Knorr Velho, coordenador-geral da Indústria de Bens de Consumo Não Duráveis e Semiduráveis da SDIC/MDIC; Ana Carolina Lamy, coordenadora do Departamento de Promoção do Agronegócio da COPIM/DPA/SCRI/MAPA; e Murillo Assis Pires, gerente de Exportação na Agener Saúde Animal. O debate abordou o acesso a mercados, a promoção comercial e a ampliação da presença da indústria brasileira de Saúde Animal no exterior. Encerramento: palavras finais No encerramento, Henrique Tada, presidente-executivo da ALANAC, destacou a importância de manter a agenda de desenvolvimento produtivo da Saúde Animal em discussão permanente. “A Saúde Animal está diretamente conectada à sanidade, à segurança dos alimentos, ao bem-estar animal, à inovação e à competitividade do agronegócio brasileiro. Ao celebrar 20 anos de atuação da ALANAC no segmento, olhamos para a trajetória construída, mas principalmente para o que o país precisa avançar”, disse. Felipe Diniz, proprietário e diretor da Kelldrin Industrial e diretor vice-presidente de Assuntos Veterinários da ALANAC, também participou das palavras finais. “Competitividade não depende de um único fator. Ela é resultado de um ambiente regulatório eficiente, de condições tributárias adequadas, de inovação, de investimento e de capacidade para acessar novos mercados. O debate realizado no DINVET mostrou que esses temas precisam avançar de forma coordenada”, afirmou. Antônio Roberto Fiani Bacila, fundador e diretor-presidente da Organnact e membro do Conselho Deliberativo da ALANAC, ressaltou a relação entre o fortalecimento da indústria, o desenvolvimento da profissão veterinária e o interesse público. “A Saúde Animal é uma agenda de Saúde Única. Ela envolve a proteção dos animais, a segurança dos alimentos, a saúde pública e o equilíbrio ambiental. Fortalecer a indústria nacional é ampliar a capacidade do Brasil de responder a esses desafios com conhecimento, tecnologia e produtos de qualidade”, afirmou. Vinte anos e continuidade A ALANAC incorporou os laboratórios de produtos veterinários em 2006, ampliando a atuação de uma entidade fundada em 1983 para representar os laboratórios farmacêuticos de capital nacional. Atualmente, a associação reúne cerca de 70 empresas, das quais 31 atuam em Saúde Animal, presentes em três regiões do país. Para a entidade, o primeiro DINVET não encerra uma celebração, mas inaugura uma agenda de continuidade. A proposta é consolidar o seminário como um fórum anual de diálogo e construção coletiva, capaz de reunir os diferentes atores envolvidos no desenvolvimento da Saúde Animal brasileira. Ao aproximar indústria, governo, especialistas e instituições parceiras, o DINVET reforçou que o avanço do setor depende de cooperação, interlocução técnica e visão de longo prazo. A agenda debatida em Brasília aponta para um caminho de fortalecimento da indústria nacional, ampliação da previsibilidade regulatória, estímulo à inovação e maior presença brasileira nos mercados internacional e doméstico.
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ALANAC marca presença nos 30 anos da Lei de Propriedade Intelectual
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ALANAC marca presença nos 30 anos da Lei de Propriedade Intelectual
Encontro reuniu entidades e especialistas para abordar o futuro da inovação no país. A ALANAC, representada pelo diretor técnico da Área Farmacêutica, Fernando Marcussi, participou, nesta terça-feira (15), do evento “30 anos da Lei de Propriedade Intelectual – Desafios, avanços e o futuro da inovação farmacêutica no Brasil”. Organizado pelo Grupo FarmaBrasil, com apoio da ALANAC, ABIFINA e PRÓGENÉRICOS, o encontro reuniu representantes do setor para debater os avanços alcançados nas últimas três décadas e como a propriedade industrial pode contribuir com o futuro da inovação farmacêutica no país. A participação reforça a atuação da ALANAC nos debates que contribuem para o desenvolvimento e o fortalecimento da indústria farmacêutica nacional.            
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III Seminário DIFAN reúne governo, reguladores, instituições de fomento e indústria em agenda estratégica para o setor farmacêutico nacional
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III Seminário DIFAN reúne governo, reguladores, instituições de fomento e indústria em agenda estratégica para o setor farmacêutico nacional
Representantes do governo, da Anvisa, de agências de fomento e da indústria debateram regulação, inovação, financiamento e fortalecimento da produção nacional em encontro promovido pela Alanac.   Regulação, financiamento, inovação e capacidade produtiva foram tratados como partes de uma mesma agenda no III Seminário de Desenvolvimento da Indústria Farmacêutica Nacional (DIFAN), realizado pela Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac) em 25 de agosto, em Brasília. Distribuída em quatro mesas-redondas e no Painel do Especialista, a programação percorreu o ambiente regulatório, os mecanismos de financiamento, o estímulo à inovação, o fortalecimento da produção nacional, a dinâmica do mercado farmacêutico e a sustentabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Participaram da programação representantes do Ministério da Saúde, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Também estiveram presentes a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), além de executivos de laboratórios de capital nacional, que participaram dos debates e moderaram parte dos painéis. A cerimônia de abertura reuniu Fernando de Castro Marques, diretor-presidente da ALANAC; o ministro da Saúde, Alexandre Padilha; e o senador Dr. Hiran Gonçalves. A participação do ministro reforçou a importância da articulação entre as políticas públicas de saúde e uma agenda de desenvolvimento voltada à inovação, ao fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, à ampliação da capacidade produtiva nacional, à exportação, e à sustentabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Em nome da indústria farmacêutica nacional, Fernando Marques ressaltou a necessidade de condições regulatórias, financeiras e institucionais que estimulem investimentos, pesquisa, desenvolvimento e produção local de medicamentos, contribuindo para ampliar a autonomia do país e o acesso da população a tratamentos. Já o senador Dr. Hiran Gonçalves destacou a relevância de uma agenda legislativa alinhada aos desafios do setor e ao avanço da pesquisa clínica no Brasil, tema em relação ao qual vem contribuindo para o aperfeiçoamento do marco legal no país. A primeira mesa-redonda tratou do papel da indústria farmacêutica nacional como setor estratégico para a sustentabilidade do SUS. Sob moderação de Juliana Megid, diretora de Relações Institucionais do Grupo EMS, participaram Fernanda De Negri, secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE/MS); Thiago Campos, diretor da DIRE5 (Quinta Diretoria da Anvisa); Thiago de Mello Moraes, coordenador-geral de Ciências da Saúde, Biotecnológicas e Agrárias (CGSB/SEPPE/MCTI); e Luis Felipe Giesteira, secretário-adjunto de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços (SDIC/MDIC). A segunda mesa colocou em debate os impactos das marcas próprias no mercado farmacêutico. Com moderação de Alex Machado Campos, advogado especialista em direito sanitário e ex-diretor da Anvisa, sentaram-se à mesa Eduardo Jorge Valadares Oliveira, secretário-adjunto da SCTIE/MS; Gustavo Pires, conselheiro do Conselho Federal de Farmácia (CFF); Cibele Zanotta, presidente-executiva da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para o Autocuidado em Saúde (Acessa); e Rafael Oliveira, presidente-executivo da Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico (ABCFarma). À tarde, o crescimento sustentável, a inovação e o desenvolvimento da produção nacional orientaram a terceira mesa-redonda, moderada por Eder Maffissoni, diretor-presidente da Prati, Donaduzzi & Cia e conselheiro da Alanac. Compuseram a mesa Uallace Moreira, secretário da SDIC/MDIC; Carla Reis, chefe do Departamento do Complexo Econômico-Industrial e de Serviços de Saúde do BNDES (DECISS); Dra. Julieta Palmeira, gerente do Departamento Regional Centro-Oeste da Finep; e Walker Lahmann, diretor-executivo da Eurofarma e diretor vice-presidente da Alanac. Ainda na parte da tarde, o Painel do Especialista trouxe o Dr. Clayton Macedo, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), para uma análise dos impactos clínicos e de saúde pública do ecossistema de medicamentos manipulados. A participação ampliou o debate sobre os diferentes aspectos relacionados a esse segmento, trazendo uma perspectiva médica e científica para a discussão e contribuindo para uma reflexão mais ampla sobre seus efeitos e desafios no contexto da saúde pública. A quarta mesa-redonda encerrou a programação técnica com os avanços e as perspectivas para o futuro da Anvisa. Sob moderação de Leonora Coimbra, diretora de Assuntos Regulatórios e Relações Governamentais do Grupo Hypera e diretora vice-presidente da Alanac, o painel reuniu Daniela Cerqueira, diretora da DIRE2 (Segunda Diretoria da Anvisa); Allan Nuno, diretor-adjunto da DIRE5; e Mateus Amâncio, secretário-executivo da CMED. A discussão percorreu temas centrais da agenda regulatória e da política de preços de medicamentos. O encerramento do III DIFAN ficou a cargo de Henrique Tada, presidente-executivo da Alanac; Olavo Noleto, presidente da ABDI; e Leandro Safatle, diretor-presidente da Anvisa. Em seguida, os convidados foram recebidos em um coquetel de comemoração dos 43 anos da associação. Em sua terceira edição, o DIFAN consolida-se como espaço de interlocução e de construção de agendas para a indústria farmacêutica nacional. Ao aproximar poder público, autoridades regulatórias, instituições de fomento, setor produtivo e especialistas, o seminário amplia o debate sobre os fatores que condicionam a inovação, a capacidade produtiva, o ambiente regulatório, o acesso a medicamentos e a sustentabilidade do sistema de saúde. A primeira edição pautou o fortalecimento institucional da Anvisa — do déficit de pessoal à busca por certificações internacionais — e a saúde como fronteira estratégica para o desenvolvimento do país. A segunda aprofundou os desafios regulatórios e as políticas públicas do setor. Nesta terceira, o eixo foi a atuação coordenada entre os diferentes elos do complexo econômico-industrial da saúde. A realização do III Seminário DIFAN também foi resultado do trabalho e da dedicação da equipe da ALANAC, envolvida em todas as etapas de organização e realização do encontro. Contribuíram diretamente para que o evento acontecesse Fernando de Castro Marques, diretor-presidente; Henrique Uchio Tada, presidente-executivo; Fernando Marcussi, diretor técnico da área farmacêutica; Cinthia Queiroz, assistente técnica regulatória; Olivia Pinheiro, especialista técnica regulatória; Thássia Oliveira, analista técnica regulatória; Suely Corrêa, assessora da Presidência Executiva e Fabiana Francine, gerente administrativa e financeira. Um trabalho conjunto que tornou possível reunir, em Brasília, diferentes atores em torno de uma agenda estratégica para o fortalecimento da indústria farmacêutica nacional.  
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Future Pharma 2026
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Future Pharma 2026
A ALANAC apoia o Future Pharma, e seus associados têm 20% de desconto na inscrição. O evento será realizado no dia 21 de outubro de 2026, a partir das 8h, no  Espaço de Convenções do Hotel Pullman & Grand Mercure SP Vila Olímpia, em São Paulo. O Future Pharma abrange a cadeia de valor das indústrias de life sciences, trazendo temas relevantes em inovação, inteligência artificial, software e tecnologia, que atendem os requisitos das áreas de projetos, engenharias, qualidade, utilidades, produção, operações, TI/digital, regulatória, P&D. Acesse aqui e confira a programação completa e os detalhes de inscrição do evento. Associados interessados podem solicitar o voucher de desconto pelos contatos: [email protected]; [email protected].  
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Divulgação de parceria | Rede Meliã
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Associados da ALANAC possuem desconto em hospedagens nos hotéis da rede Meliá Hotels International. A Rede Meliã Hotels International é uma das maiores redes hoteleiras do mundo, reconhecida pela excelência em hospedagem, conforto e qualidade de serviços. Com hotéis presentes em diversos destinos nacionais e internacionais, a rede oferece opções para viagens corporativas e de lazer.         Como benefício para os associados da ALANAC, a Rede Meliá Hotels International oferece condições especiais de hospedagem em diversas unidades da rede, no Brasil e no exterior, mediante a utilização de um cupom de desconto no momento da reserva. *O benefício está sujeito às condições da campanha, à disponibilidade de hospedagem e aos períodos de utilização estabelecidos pela rede hoteleira. Para obter o código de desconto, os associados da ALANAC devem entrar em contato pelo e-mail [email protected]. Acesse a página do nosso parceiro clicando no link: https://www.melia.com/
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Divulgação de parceria | Editora Atheneu
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Divulgação de parceria | Editora Atheneu
Associados da ALANAC possuem desconto de 25% para livros impressos e e-books (EXCETO P.O.D.) A Editora Atheneu é uma das mais tradicionais editoras brasileiras, com atuação voltada à produção e à difusão de conhecimento nas áreas da Saúde, Educação e Ciência. Por meio de publicações especializadas, conteúdos acadêmicos e obras de referência, contribui para a formação e atualização de estudantes, docentes e profissionais, promovendo conhecimento, cultura e desenvolvimento profissional.         Como benefício para os associados da ALANAC, a Editora Atheneu oferece 25% de desconto na compra de livros impressos e e-books (exceto títulos P.O.D.), mediante a aplicação de um voucher no campo "Cupom" durante o pagamento. O desconto não é cumulativo com outras promoções vigentes no site, e o frete é de responsabilidade do cliente. Para obter o código de desconto, os associados da ALANAC devem entrar em contato pelo e-mail [email protected]. Acesse a página do nosso parceiro clicando no link: https://atheneu.com.br/
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