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A Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac) é destaque em matéria do Valor Econômico sobre o avanço dos grupos nacionais no mercado de canetas metabólicas. Com o fim das patentes de liraglutida e semaglutida, a entidade projeta que a indústria farmacêutica brasileira poderá disputar uma fatia que pode chegar a metade desse mercado nos próximos anos, em um segmento que já movimenta R$ 5,7 bilhões em vendas no país. Na reportagem, Henrique Tada, presidente-executivo da Alanac, reforça que a concorrência trazida pelos laboratórios nacionais reduz preços e amplia o acesso da população a medicamentos inovadores, como os peptídeos utilizados nas canetas emagrecedoras. Os dados mostram que as versões brasileiras de canetas com liraglutida já lideram as vendas em unidades no varejo, evidenciando a receptividade do mercado aos produtos desenvolvidos pela indústria local. Ao defender um ambiente competitivo, com inovação e parcerias internacionais, a Alanac destaca o papel estratégico dos laboratórios nacionais na democratização dos tratamentos para obesidade e diabetes e na consolidação da indústria farmacêutica brasileira como protagonista em saúde.
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