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ALANAC - Notícias do Setor

Por que o cientista brasileiro inova pouco

06 de Julho de 2015

Imagine dois professores universitários - um americano e outro brasileiro - ambos docentes de universidades públicas e referências em suas áreas de atuação. O primeiro faz pesquisas para empresas privadas durante três meses por ano. O segundo também: por cinco dias a cada semestre. O americano pode ser administrador de sua própria companhia; o brasileiro, não. Um conta com uma agência de inovação dentro da universidade, que se responsabiliza por registrar e vender suas patentes. O outro também, com a diferença de que o reconhecimento de uma patente pode levar de sete a oito anos. Adivinha quem inova mais?

Fonte: Valor Econômico


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